
Adianta o relógio! Há!... Todo ano passamos 133 dias no horário de verão, que foi implantado em 1931 e passou a vigorar em 1985, para beneficiar a população e economizar energia elétrica. Será que adianta? Lógico! Estamos sempre em um movimento contínuo de evolução e crescimento, então fica difícil calcular uma economia em energia, quando novas “micro”, pequenas e grandes indústrias são constantemente implantadas. A verdade é que em muitas cidades e grandes capitais vai dar o que fazer subir e descer para acertar os relógios. Não deixa de ser um bom exercício! Foi feita uma pesquisa, sobre o horário de verão e a maioria das pessoas entrevistadas prefere essa mudança.
Enquanto nossa vidinha passa no compasso dos ponteiros do relógio, somos todos os dias bombardeados por um massacre de informações! A luta contra o terror, o combate ao tráfico de drogas que no Brasil tornou-se uma verdadeira “guerra civil”, é uma das prioridades na agenda dos futuros eleitos, grande desafio para os novos políticos em 2010! Hipóteses e hipóteses...
Tanto a política brasileira como a religião, ambas se sustentam em fatores semelhantes: a violência, o medo, a falta de informação, o analfabetismo e muita pobreza. Para a política não há grandes interesses em resolver esses problemas, buscar soluções, porque, o que prometer nas próximas eleições?
Já a religião, busca fazer o povo acreditar que o cotidiano é ruim, decepcionante, para poder através de discursos apelativos, dar esperanças em outra vida melhor, mexendo com o emocional das pessoas, para se ligarem mais à espiritualidade, sendo assim, fica mais fácil influenciá-los de modo expressivo para que na tomada de decisões e “escolhas”, prevaleça o dogmatismo religioso. O povo ainda está ausente, não é prioridade na atualidade esse jogo eleitoral, pois ainda não é o horizonte do eleitor! Mas felizmente a cada dia vem melhorando a visão do brasileiro, seu senso crítico, seu raciocínio lógico e, em pesquisas realizadas verificamos com certo otimismo que 56% dos eleitores exigem dos pré-candidatos, honestidade como um dever e em segundo lugar, com 40%, competência, levados pelos seguintes fatores: combate à corrupção, levar o país ao crescimento e o combate à criminalidade. Sem dúvida, é uma verdadeira advertência aos candidatos, o povo está mais esperto, reconhece o jogo lúdico e não acredita mais em “Salvador da Pátria”!

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